Sou de cada um

Cada um pode dizer: "Padre Pio é meu". Eu amo tanto os meus irmãos de exílio. Amo os meus filhos espirituais do mesmo modo que a minha alma, e mais ainda. Eu os regenerei em Jesus na dor e no amor.
Posso esquecer de mim mesmo, mas não dos meus filhos espirituais; de fato, asseguro-lhes que quando o Senhor me chamará, eu lhe direi: Senhor, eu permaneço junto à porta do paraíso; entrarei quando tiver visto entrar o último dos meus filhos.

Pe. Pio

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Curso de Teologia Biblíca CÂNON – Livros Apócrifos do Cristianismo

Relação
Eis o título de alguns livros apócrifos do Cristianismo:
• Livros históricos
− Proto-Evangelho de Tiago; Pseudo-Evangelho de Mateus;
− Evangelho Árabe da Infância – Gnóstico ;
− Evangelho Armênio;
− Evangelho dos Ebionitas – Herege ;
− Evangelho dos Hebreus e dos Nazarenos – Herege;
− Evangelho dos Egípcios;
− Evangelho de Filipe – Gnóstico;
− Evangelho de Pedro – Docetista ;
− Evangelho de Tomé – Maniqueísta ;
− Evangelho de Bartolomeu;
− Evangelho de Gamaliel;
− Evangelho de Nicodemos;
− História de José, o Carpinteiro;
− Atos de João – Ascético .
− Atos de Paulo;
− Atos de Pedro;
− Atos de Pilatos...
• Livros didáticos.
− Cartas de Abgar a Jesus e de Jesus a Abgar;
− Cartas de Sêneca a Paulo (8) e de Paulo a Sêneca (6);
− Outras cartas de Paulo aos Coríntios, Laodicences...
− Odes de Salomão;
− Ascensão de Isaias;
− As Epístolas de Barnabé;
− Livros proféticos
− Apocalipse de Pedro;
− Apocalipse de Paulo;
− Apocalipse de Tomé...


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O que fazer quando perdemos a vontade de rezar?


Perdi a vontade de rezar. E agora?

Há horas em que não sinto a menor vontade de dialogar com algumas pessoas, mas, porque preciso, acabo deixando minha vontade de lado e vou ao encontro delas, converso, trabalho, convivo e sigo em frente. Com Deus não é diferente. Às vezes, envolvo-me tanto com as coisas, que não sinto vontade de falar com Ele, ou seja, de rezar, mas porque sei que preciso e, até mais, dependo da Sua graça, vou ao Seu encontro por meio da oração.
É claro que isso exige empenho e perseverança, porque, na verdade, a vida de oração é um conquista diária; e como nenhuma conquista é isenta de lutas, é preciso lutar para ser orante. Aliás, Santa Teresa de Jesus afirma, em sua autobiografia, que oração e vida cômoda não combinam em nada; ela lembra ainda que uma das maiores vitórias do demônio é convencer alguém de que não é preciso rezar. Ou seja, quando o assunto é vida de oração, é preciso ter consciência de que se trata de um luta espiritual, e para vencer o único caminho é rezar com ou sem vontade. Até porque, como diz o ditado popular, “vontade dá e passa”. Se eu escolho deixar-me guiar apenas pelo meu querer, corro o risco de ser vazia, sem sentido.

Deserto espiritual

Eu sei que, com o passar do tempo e o acúmulo de atividades, corremos o sério risco de, aos poucos, irmos deixando a oração de lado ou rezarmos de qualquer jeito, até chegarmos a um “deserto espiritual” e termos uma certa apatia quando o assunto é oração. Mas é justamente, nesta hora, que precisamos ir além dos sentimentos e considerarmos que o “deserto também é fecundo” quando vivido em Deus, e pela sua misericórdia em nossa vida tudo é graça!
Consolações e desolações, alegria e tristeza, perdas e ganhos, tudo é fruto do amor de Deus, o qual permite vivermos as provas enquanto nos chama a crescermos e frutificarmos em toda e qualquer situação. Portanto, no ponto em que você está agora, volte a fixar sua alma em Deus e permita que Ele lhe devolva a si mesmo, pela força da oração.
Ao absorvermos tanta agitação e estímulos em nossos dias, acabamos perdendo o contato com nossa verdadeira essência, e ficamos tão distraídos e preocupados com tudo o que está acontecendo a nossa volta, que acabamos fragmentados, confusos e inseguros, sem nos lembrarmos de onde viemos, onde estamos e menos ainda para onde vamos. Só Deus pode nos reorientar.
Jesus tinha consciência disso quando disse a Seus discípulos: “Vigiai e orai, para não cairdes em tentação” (Mateus 26,41); eu diria, principalmente, a tentação de esquecer quem é você e qual é o seu papel neste mundo.

Então, vamos rezar?

Deixo aqui algumas pistas que podem servir para abrir caminho no seu relacionamento com Deus. Quando encontrar sua própria trilha, caminhará livremente e cada vez mais experimentará a alegria, que está na presença d’Ele por meio da oração.
1- Escolha o horário e o tempo que quer dedicar à sua oração e procure ser fiel a esse propósito. Assim como nos alimentamos diariamente, a oração deve ser o alimento diário da alma, aconteça o que acontecer.
2- Fundamente sua oração na Palavra de Deus e na Sua verdade. Fale com Ele com confiança e sem reservas, como quem fala com um amigo. Agindo assim, encontrará a paz e a harmonia interior que tanto procura, pois, como ensina São João da Cruz, “o conhecimento de si mesmo é fruto da intimidade com Deus, e é o meio essencial para a liberdade interior”.
3- Reze com humildade, detendo-se sempre na palavra: “Seja feita a vossa vontade”. Lembre-se de que sua oração não pode ser movida simplesmente por gosto ou exigência, mas, acima de tudo, por gratuidade e confiança na misericórdia de Deus.
4- Pratique o que você rezou e não desvincule suas obras da oração, pois uma coisa tem tudo a ver com a outra. Caridade, perdão, alegria, confiança, fraternidade e paciência são características de quem reza.
5- Tenha seu próprio ritmo de oração. A imitação e a comparação não ajudam em nada. A vida dos santos, por exemplo, são setas que apontam para o céu, mas é você quem deve dar seus próprios passos para chegar até lá. Desejo que em cada amanhecer e também nas “noites escuras” você experimente pela oração o amor e a verdadeira felicidade, uma vez que esta consiste em amar e sentir-se amado. E ninguém nos ama tanto quanto Deus. Se alguma vez você perder a vontade de rezar, já sabe o que deve fazer: reze assim mesmo e seja feliz!


sábado, 24 de junho de 2017

EIS A PAZ


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Não seja vã, ó minha alam, nem ensurdeças o ouvido do coração, com o tumulto da tua vaidade. Ouve
também: o mesmo Verbo clama que voltes. O lugar do descanso imperturbável, a não ser que o amor nos abandone
primeiro. Eis como essas coisas passam para outra lhes sucederem, e, assim, se formar de todas as suas partes 
este mundo cá embaixo.
"Afasto-me eu, porventura, para outro lugar?" - diz o Verbo de Deus.
Fixa a qui ó alma, a tua mansão. Retribui-lhe tudo o que dele alcançaste, já que estás cansada de tantos enganos.
Entrega à Verdade tudo que tens recebido da Verdade, e não só não perderás nada, mas ainda a tua podridão 
florescerá, as tuas fraquezas serão curadas, as tuas frouxidões serão reformadas, rejuvenescidas e 
estreitamente unidas em ti, sem te colocarem na ladeira por onde descem, mas ficando contigo e permanecendo junto do
Deus sempre estável e eterno.

Livro IV - O professor
Santo Agostinho - Confissões

Oração de São Padre Pio de Pietrelcina: “Fica comigo, Senhor”

Papa Paulo VI: “Veja que fama ele alcançou! Que clientela mundial reuniu em torno de si! Mas por quê? Por que era um filósofo? Por que era um sábio? Por que dispunha de meios? Não, mas porque rezava a Missa humildemente, confessava de manhã à noite; era, difícil de dizer, representante estampado dos estigmas de Jesus. Era um homem de oração e de sofrimento.” (20 de fevereiro de 1971).
Reze conosco a oração de São Padre Pio:
Fica comigo, Senhor!
Fica Senhor comigo, pois preciso da tua presença para não te esquecer.
Sabes quão facilmente posso te abandonar.
Fica Senhor comigo, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair.
Fica Senhor comigo, porque és minha vida, e sem ti perco o fervor.
Fica Senhor comigo, porque és minha luz, e sem ti reina a escuridão.
Fica Senhor comigo, para me mostrar tua vontade.
Fica Senhor comigo, para que ouça tua voz e te siga.
Fica Senhor comigo, pois desejo amar-te e permanecer sempre em tua companhia.
Fica Senhor comigo, se queres que te seja fiel.
Fica Senhor comigo, porque, por mais pobre que seja minha alma, quero que se transforme num lugar de consolação para ti, um ninho de amor.

Fica comigo, Jesus, pois se faz tarde e o dia chega ao fim; a vida passa, e a morte, o julgamento e a eternidade se aproximam. Preciso de ti para renovar minhas energias e não parar no caminho. Está ficando tarde, a morte avança e eu tenho medo da escuridão, das tentações, da falta de fé, da cruz, das tristezas. Oh, quanto preciso de ti, meu Jesus, nesta noite de exílio.
Fica comigo nesta noite, Jesus, pois ao longo da vida, com todos os seus perigos, eu preciso de ti. Faze, Senhor, que te reconheça como te reconheceram teus discípulos ao partir do pão, a fim de que a Comunhão Eucarística seja a luz a dissipar a escuridão,a força a me sustentar, a única alegria do meu coração.
Fica comigo, Senhor, porque na hora da morte quero estar unido a ti, se não pela Comunhão, ao menos pela graça e pelo amor.
Fica comigo, Jesus. Não peço consolações divinas, porque não às mereço, mas apenas o presente da tua presença, ah, isso sim te suplico!
Fica Senhor comigo, pois é só a ti que procuro teu amor, tua graça, tua vontade, teu coração, teu Espírito, porque te amo, e a única recompensa que te peço é poder amar-te sempre mais. Como este amor resoluto desejo amar-te de todo o coração enquanto estiver na terra, para continuar a te amar perfeitamente por toda a eternidade. Amém.
São Padre Pio, rogai por nós!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

✝ TERÇO DA LIBERTAÇÃO – PADRE PIO


Em tempos difíceis... para lutas espirituais precisamos de armas espirituais, nada melhor em um combate espiritual que este Terço do Padre Pio, com Fé e Deus no coração ele é muito poderoso.

✝TERÇO DA LIBERTAÇÃO – PADRE PIO

INICIO: 
➕Credo
➕Pai Nosso
➕3 Ave-Marias, Glória

⚫Nas contas grandes do Pai-Nosso, reza-se:

“É o coração de Jesus Cristo que lhe ordena satanás:deixe-nos em Paz”

🔘Nas contas pequenas das Ave-Marias, reza-se:

“O Coração Eucarístico de Jesus livrai-nos cada vez mais das insídias de satanás”

✔No final de cada mistério, reza-se:

🔥“Sangue de Cristo que lava e liberta, lavai-nos e
libertai-nos de todo mal.”

Ao final do terço reza-se 3 vezes=
“Jesus, manso e humilde de coração, fazei nosso coração semelhante ao vosso.
E que eu vos ame cada vez mais.”

*1º Mistério:*LIVRAI-NOS DO ORGULHO E DA SOBERBA

*2º Mistério:*LIVRAI-NOS DA LUXURIA E DA IMPUREZA

*3º Mistério:*LIVRAI-NOS DA MÁGOA E DA FALTA DE PERDÃO

*4º Mistério:*LIVRAI-NOS DA IDOLATRIA E DA FALSIDADE

5º Mistério:LIVRAI-NOS DA IRA E DO ÓDIO          

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Curso de Teologia Bíblica - Gêneros Literários do Novo Testamento

Cartas ou epístolas


São correspondências destinadas a uma pessoa ou comunidade, contendo notícias e expressando pontos de vista. No caso Bíblico, contendo ensinamentos doutrinais.
A diferença entre carta e epístola consiste no fato de que a primeira é mais particular e a segunda tem caráter literário. Uma Epístola é semelhante a uma carta, porém mais formal e poética. Há quem entenda que “epístola” seja uma carta que tem a intenção de ser um tratado filosófico, desenvolvendo assuntos que vão além de coisas pessoais e familiares, incluindo discussões, opiniões, orientações e manifestos. Nas CARTAS PAULINAS existem dois exemplos que podem ajudar na diferenciação entre uma e outra: a epístola aos Romanos e a carta aos Filipenses

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

SÃO JOÃO DA CRUZ. 7: Noviço de Santa Teresa de Jesus

Em 1568, João de São Matias acompanhou a madre Teresa na fundação do Carmelo de monjas em Valladolid. Aqui ele fará alguns meses de noviciado. Aprenderá o modo de ser das monjas guiadas por Santa Teresa. Ao mesmo tempo, ele foi confessor e diretor espiritual da comunidade.

sábado, 17 de junho de 2017

SÃO JOÃO DA CRUZ. 6: O ENCONTRO COM SANTA TERESA DE JESUS

Em 1567, em Medina del Campo, encontraram-se, providencialmente, os dois grandes reformadores do Carmelo: Santa Teresa e São João da Cruz

Construção da Casa Alívio do Sofrimento - São Padre Pio

A ÚLTIMA NOITE DE PADRE PIO

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EMOCIONANTE DEMAIS ...

Padre Pellegrino, relata seus últimos momentos, ele que sempre foi fiel e seu filho espiritual, muito dedicado.
Logo após as 21:00 horas do dia 22 de Setembro de 1968, quando Padre Mariano já se distanciava, eu entrei na cela, porque Padre Pio tinha me chamado pelo interfone, ele estava deitado, e queria saber a que horas o despertador estava marcado para despertar, ele estava preocupado com a missa.
De seus olhos avermelhados escorria uma lágrima que enxuguei e me retirei para a cela ao lado, mantendo-me acordado e prestando atenção no interfone.
Antes da meia noite Padre Pio me chamou cinco vezes, sempre com alguma lágrima nos olhos, mas era um pranto suave e tranqüilo, e pediu que eu ficasse com ele.
E começou a me perguntar as horas com muita freqüência. Olhava para mim com olhos suplicantes, apertando a minha mão.
Em seguida, como se já tivesse esquecido o correr das horas, perguntou-me;- você já celebrou á missa?
Ainda é muito cedo para a missa, Pai Espiritual! Respondi.
Bem...então esta manhã você celebra para mim? –perguntou-me.
Todas as manhãs eu celebro a missa em suas intenções.
Em seguida Padre Pio quis se confessar. Depois da Confissão Sacramental, disse-me:
-Meu filho, se Deus me chamar hoje, pede perdão em meu nome a todos os Confrades, pelo incomodo que lhes causei aqui e peça a eles e aos meus filhos espirituais uma oração pela minha alma.
-Pai espiritual, tenho certeza de que Deus lhe permitirá viver ainda por muito tempo. Mas, se o senhor estiver certo, em suas intuições, posso pedir uma última benção para seus Confrades, para seus filhos espirituais e para seus doentes?- perguntei.
-Sim, eu abençôo a todos! Mas, peça ao Padre Superior para ele próprio transmitir a minha benção aos nossos Confrades.
Em seguida, pediu-me para renovar seus votos de profissão religiosa. E já era 1:00 hora da manhã, quando me disse;
-Ouça, meu filho, aqui na cama não estou respirando bem. Ajude-me a passar para a cadeira, onde poderei respirar melhor.
Padre Pio costumava levantar-se entre uma e três horas da manhã, para se preparar para a missa. E costumava andar um pouco pelo corredor, antes de sentar-se para esta preparação.
Fiquei realmente muito feliz, quando o vi andando ereto e firme como um jovem, sem precisar de minha ajuda.
Á saída de sua cela, disse-me: Caminhemos um pouco até o avarandado (varanda).
Segurei-o pelo braço, ele mesmo acendeu a luz e chegou até perto da poltrona. Sentou-se e passou a vista pela saleta a que chamavam de varanda, como se estivesse procurando alguma coisa.
Decorridos uns 5 minutos, quis voltar para a cela. Tentei levantá-lo da poltrona, mas ele me disse;- Pode deixar eu me levanto.
Mas percebi que ele não estava agüentando o peso do corpo e disse-lhe:
-Pai espiritual, não se preocupe, enquanto já apanhava a cadeira de rodas que estava ao lado.
Levantei-o da poltrona e sentei-o na cadeira de rodas. E ele mesmo levantou os pés do chão, colocando-os sobre o pequeno estribo da cadeira.
Na cela, quando o transferi para a poltrona, ele me disse, apontando para a cadeira de rodas;
-Pode levá-la lá para fora.
Fiz o que ele pedia e, ao voltar, notei que o Padre estava muito pálido e um suor frio lhe umedecia a testa.
Assustei-me, quando percebi que seus lábios estavam lívidos. E ele repetia, com a voz cada vez mais fraca:
JESUS...MARIA...JESUS...MARIA...
Fiz menção de chamar um Confrade, mas ele disse;
-Não acorde ninguém!
Resolvi chamar assim mesmo e quando me afastei correndo de sua cela. Padre Pio me chamou.
Voltei sem coragem de atende-lo, mas quando ele me repetiu;- Não acorde ninguém! Apressei-me.
Eu só disse , deixe-me agir... E sai correndo para chamar Padre Mariano. Todavia, vendo a porta da cela de Padre Guglielmo, entrei correndo, indo diretamente ao telefone, para chamar o médico, Doutor Sala.
Em 10 minutos chegava doutor Sala que, ao ver o Padre, preparou imediatamente uma injeção. Padre Guglielmo e eu tentamos levá-lo até a cama para tomar a injeção.
Depois da injeção, resolvemos levá-lo de volta para a pequena poltrona, enquanto continuava a repetir, com um fio de voz:
JESUS...MARIA...JESUS...MARIA...
Em seguida, atendendo aos chamados de Doutor Sala, chegou Mario Pennelli, sobrinho de Padre Pio. Veio também o Doutor Gusso, Diretor da Casa Alívio do Sofrimento, e mais o Doutor Scarale. Chamados por mim, chegavam também o Padre Guardião, o Padre Mariano e outros Confrades.
Enquanto os médicos davam-lhe oxigênio, primeiro com a cânula e depois com a máscara, o Padre Paolo lhe ministrava a Unção dos Enfermos e os demais Padres, ajoelhados a sua volta, REZAVAM FERVOROSAMENTE.
E Padre Pio continuava:
JESUS... MARIA... JESUS...MARIA...E inclinando docemente a cabeça, expirou.
ERAM DUAS HORAS E TRINTA MINUTOS DA MADRUGADA DO DIA 23 DE SETEMBRO DE 1968. NO MESMO INSTANTE A CELA DE PADRE PIO FOI INVADIDA POR INTENSO PERFUME DE FLOR DE LARANJEIRA, PERFUME ESTE QUE FOI SENTIDO SIMULTANEAMENTE POR TODOS OS SEUS FILHOS ESPIRITUAIS ESPALHADOS PELO MUNDO INTEIRO.
E também os seus Confrades, se deram de que suas mãos e pés do Padre Pio ESTAVAM COMPLETAMENTE LIVRES DAS CHAGAS.
Não havia o menor vestígio dos estigmas que o acompanharam por 50 anos. A pele de suas mãos e de seus pés parecia a pele de um recém-nascido. Ele agora era um recém-nascido diante de Deus, UM RECEM-NASCIDO PARA A VIDA ETERNA.
O Superior do Convento achou por bem, a fim de evitar sensacionalismo ou atos de fanatismo, nada revelar aos fiéis sobre o desaparecimento dos estigmas de Padre Pio, determinando que fosse velado e enterrado com as meias-luvas que sempre usara. E só 3 meses mais tarde o fato foi dado ao conhecimento público.
Em PIETRELCINA, cidade natal de Padre Pio, quando receberam a triste noticia de seu falecimento, os sinos de todas as Igrejas tocavam em festivo - GLÓRIA A DEUS PELA CHEGADA AO CÉU DAQUELE FILHO AMADO. AMEM.
Em San Giovanni Rotondo, ao ser divulgada a noticia da morte de Padre Pio, uma multidão incalculável irrompeu na IGREJA DE SANTA MARIA DAS GRAÇAS, para o último adeus ao Padre Pio, tão querido.
Centenas de pessoas vieram de toda parte do mundo para os funerais que se realizaram 3 dias depois.
A tampa do caixão de Padre Pio tinha uma parte de vidro, deixando antever seu rosto remoçado, tranqüilo e sereno.
Ficou decidido que o esquife seria colocado no alto de um carro, para dar uma volta pelas ruas principais da cidade, a fim de que todos os moradores de San Giovanni, idosos, inválidos ou doentes, tivessem a oportunidade de reverenciar e aplaudir PADRE PIO, em solene e emocionada despedida.
Enquanto isso, helicópteros militares sobrevoavam a cidade, deixando cair uma chuva de pétalas coloridas.
ERA A APOTEOSE DE UMA GRANDE VIDA, DE UM GRANDE HOMEM, CUJA GRANDEZA ESTAVA JUSTAMENTE EM SE CONSIDERAR, PEQUENO DIANTE DE DEUS.
E Padre Pio foi sepultado na cripta da Igreja Santa Maria das Graças, túmulo novo, que ainda não tinha sido utilizado, COMO FOI O TÚMULO DE JESUS..
PADRE PIO NUNCA ESCREVEU LIVRO ALGUM. 
NEM PRECISAVA. 
ELE ERA UM DOS LIVROS MAIS BELOS DE DEUS.

JESUS CRISTO PREGADO NA CRUZ, PADRE PIO PREGADO EM JESUS.
GLÓRIA AO PAI, AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO, COMO ERA NO PRINCÍPIO AGORA E PARA SEMPRE . AMEM.

São Padre Pio- Rogai por nós !

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

5 coisas que você não sabia sobre a água benta


A água benta é provavelmente um dos sacramentais mais conhecidos da Igreja. Não confundam sacramental com sacramento. Sacramental é um sinal sagrado segundo o modelo dos sacramentos, mediante o qual significam efeitos obtidos pela intercessão da Igreja.
Alguma vez já se perguntou desde quando a Igreja usa água benta? Porque sempre a encontramos na entrada das igrejas? Estas e outras perguntas estão respondidas aqui!
Conheça 5 coisas que você não sabia sobre água benta:

1) Sua origem

Se pode dizer que a origem da água benta remonta os tempos de Nosso Senhor Jesus Cristo, porque Ele mesmo abençoou as águas. Mais adiante, o Papa São Alexandre I, que exerceu seu pontificado desde 121 d.C. até 132, determinou que o sal seria posto na água, enquanto as orações são ditas normalmente pela igreja. Os judeus colocavam cinzas na água, por isso São Clemente dizia que o que o que estava sob a antiga lei era a cinza, sob a graça, o sal.

2) Por que  tem água benta à entrada de algumas igrejas?

A água benta é colocada ali para nos persignarmos (fazer o sinal da cruz na testa, lábios e peito) com ela ao entrar no templo e sermos abençoados por Deus, com o sinal da Cruz. Assim entregamos todos os nossos sentidos a Ele, em Sua casa. Quando entramos na Igreja devemos pedir para que o Espírito Santo ilumine os nossos corações, infundindo neles aquele santo temor, piedade, silêncio e reverência, que cabem àquele santo lugar.

3) Como foi introduzido o uso da água benta na Igreja?

Foi em substituição à uma antiga cerimônia judia em que, antes de entrar na oração, se lavavam pedindo a Deus que os tornasse limpos. Para lembrar essa figura, os sacerdotes católicos primeiro abençoam a água, como um rito que ainda se mantém.

4) O que simboliza a água benta?

A água benta simboliza o suor de Nosso Senhor Jesus Cristo no horto e o preciosíssimo sangue que molhou seu rosto, na agonia.

5) Que efeitos tem a água benta?

Tradicionalmente se sabe que a água benta tem os seguintes efeitos:
– Afugenta toda potestade demoníaca sobre as pessoas e lugares que onde ela é lançada.
– Apaga os pecados veniais.
– Afugenta toda sombra, nuvem, fantasia e astúcia diabólica.
– Encerra as distrações da oração.
– Nos dispõe, com a graça do Espírito Santo, a uma maior devoção.
– Infunde em nós a virtude da benção divina para receber os sacramentos, para o administrá-los, e para celebrar os divinos ofícios de Deus.

Tem mais alguma informação sobre a água benta? Conte-nos!

Fonte: ChurchPop

quinta-feira, 15 de junho de 2017

4 lições espirituais dos monges orientais para a nossa vida cotidiana


A sabedoria dos Padres do Deserto tem o poder de transformar a nossa vida diária

A consagração pessoal a Deus dentro de uma comunidade foi se desenvolvendo em dois ramos distintos na história do cristianismo: o oriental e o ocidental.
Surgiu primeiro o monaquismo oriental, que influenciou São Bento na fundação da vida monástica no Ocidente.
As raízes espirituais do monaquismo oriental remontam a São Paulo Eremita, no século III, e a Santo Antônio, o Grande, pouco tempo depois. Sua formalização, porém, ocorreu com São Basílio de Cesareia e São Pacômio, no século IV. Por volta do ano 357, São Basílio viajou para a Palestina, o Egito, a Síria e a Mesopotâmia a fim de estudar a vida dessas comunidades monásticas e descobrir o seu segredo da santidade.
Embora admirasse o ascetismo severo e a devota vida de oração que os eremitas viviam, São Basílio considerou que os mosteiros precisavam de equilíbrio. Ele então escreveu uma espécie de “regra” para governar o cotidiano dos monges e moderar o seu modo extremo de vida. Graças ao grande sucesso dessa regularização, São Basílio seria reconhecido, mais tarde, como o “pai do monaquismo oriental”.
Essa vida completamente dedicada a Deus tem muito a nos ensinar no século XXI. A sabedoria de São Basílio e dos Padres do Deserto influenciou inúmeros santos ao longo dos séculos e ainda hoje é altamente relevante.
Estas são quatro lições espirituais que podemos aprender do monasticismo oriental e aplicar em nossa vida de todos os dias:

1 – Ore sem cessar

São Basílio escreve:
“Devemos rezar sem cessar? É possível obedecer a tal mandamento? (…) A força da oração reside mais no propósito da nossa alma e nos atos de virtude que estendemos a cada parte e momento da nossa vida. ‘Seja que comais’, está escrito, ‘seja que bebais, ou o que quer que façais, tudo fazei para a glória de Deus’. Ao te sentares à mesa, reza. Ao levantares o pão, dá graças ao Criador (…) Ao vestires a túnica, dá graças ao Doador. Ao te envolveres no manto, sente um amor ainda maior por Deus, que, no verão e no inverno, provê nossas vestes convenientes, tanto para nos preservar a vida quanto para cobrir o que é impróprio à vista. Finda já o dia? Dá graças a Ele, que nos deu o sol para o nosso trabalho diário e nos fornece o fogo para iluminar a noite”.
Em essência: viva sempre em espírito de ação de graças, lembrando-se de Deus em todas as atividades. Assim viveremos a exortação de São Paulo a “rezar sem cessar”, pois não só com palavras sem faz oração!

2 – Renove a sua alma com um “deserto” semanal

Em uma carta a São Gregório Nazianzeno, São Basílio escreve:
“A quietude é o primeiro passo para a limpeza da alma. A solidão é de grande utilidade quando aplaca as paixões e dá lugar ao princípio de cortá-las da alma”.
Há uma razão pela qual Deus nos deu um dia semanal de descanso: precisamos não apenas descansar, mas renovar a alma e experimentar a quietude. Não fomos feitos para trabalhar sete dias por semana. Quando chega o domingo, faça dele um dia de descanso e quietude, de acordo com o seu estado de vida.

3 – Sirva aos pobres em todos os momentos

Os monges do deserto egípcio geralmente não viam muita gente, mas São Basílio recomendou aos seus monges que servissem aos pobres o máximo possível. Os monges fizeram isso com diligência, dando todas as suas posses aos pobres e continuando a apoiá-los mediante o seu trabalho em solidão.
São Basílio lembrava aos monges que o ato de retirar-se do mundo não os dispensava de servir aos outros, porque a sua fé cristã devia ser demonstrada no amor aos pobres.

4 – Jejue para desarraigar pecados particulares

Jejuar pode ser difícil, mas os padres do deserto viam no jejum um meio primordial de erradicar o pecado na vida de uma pessoa. Se o pecado deriva das nossas paixões, abster-nos da paixão corporal pela comida nos fortalece contra as outras paixões rebeladas.
São Basílio recomenda moderação no jejum, considerando que a saúde e os deveres são mais importantes do essa prática. Embora digno como todo meio espiritual, o jejum deve ser vivido com intenção reta, evitando o espírito de competição que se verificava, algumas vezes, nos primeiros mosteiros: sim, alguns monges “competiam” para ver quem se abstinha de comida durante mais tempo. É comum, aliás, que a soberba humana contamine práticas piedosas e as desvie do seu sentido autêntico, destruindo seus méritos.

https://pt.aleteia.org/2017/06/14/4-licoes-espirituais-dos-monges-orientais-para-a-nossa-vida-cotidiana/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

ORAÇÃO PARA PEDIR O DOM DO DISCERNIMENTO


No caminhar de minha vida, 
Senhor, vou me encontrando
com tuas Palavras, com o som 
nem sempre nítido de teus desejos.
Muitas vezes estou diante de teu 
Silêncio, Senhor.

Viver é um desafio, caminhar cristãmente 
no mundo agressivo, mentiroso, aparente, 
falso é tarefa árdua.
Meu interior está cheio de interrogações.
Que queres de mim? Quais os projetos 
que tens para a minha vida e para a vida 
daqueles que caminham a meu lado?
Que queres que eu e meus irmãos 
venhamos a realizar?
Como desejas que eu anuncie a 
Boa Nova que crepita em meu coração?
Como discernir a Tua Vontade?
Tu és realmente um Deus discreto!
Não me mostras, de uma vez para sempre, 
o caminho a seguir.
Queres que eu descubra a senda a cada dia,
em cada esquina ou encruzilhada da caminhada espiritual que vou tecendo 
com outros na história.

A vida é feita de dilacerações, tensões,
de sim e de não, de claro e de escuro.
Há vidas que estão diante de mim e 
esperam decisões.
Revelo-lhes a verdade, ou espero
que a descubram por si mesmos?
Entrego-lhes boa parte de meus bens
ou ajudo-os a ser gente?
Rompo meus compromissos para estar 
mais na oração ou transformo minha 
vida num ininterrupto serviço aos outros?
Sinto o peso da terra, da carne, das solicitações, de todas as insinuações que 
me faz ser habitante das coisas de baixo e 
me tiram o desejo de olhar para o alto.
Vislumbro horizontes belos de despojamento total, de renúncia que liberta, de serviço e 
de entrega, mas não tenho coragem de assumi-los.

Que o teu Espírito me dê o Dom do Discernimento:
entre os bens, escolher o melhor,
entre os males optar pelo menor,
sempre ter a tua luz para sabiamente discernir.

Que a Igreja de Jesus seja banhada pela luz do Espirito para mudar o que precisa ser mudado
e conservar sabiamente aquilo que vem do passado de teu amor e nos encaminha 
para o futuro de todas as belezas.

Com Samuel repito até não mais poder:
“Fala. Senhor, que teu servo escuta!”

Amém.

domingo, 11 de junho de 2017

Orar pelos mortos

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Na Bíblia, o livro II de Macabeus (12,46) ensina que ORAR PELOS MORTOS é "um bom e religioso pensamento", pois assim eles podem ser "livres de suas faltas". 

Dizer "CREIO NA COMUNHÃO DOS SANTOS" significa afirmar que temos fé no ensinamento de que os santos no Céu podem nos ajudar em nosso caminho de salvação, e também nós podemos ajudar uns aos outros (os vivos), como também podemos interceder pelas almas que sofrem no Purgatório, para que saiam de lá mais rapidamente.

E você? Tem o costume de rezar pelas almas que estão sendo santificadas no Purgatório?

Fonte: O catequista

sábado, 10 de junho de 2017

SÃO JOÃO DA CRUZ.5: CARMELO E UNIVERSIDADE

Em 1563, João de Yepes entra para o Carmelo, assumiu o nome João de São Matias. Depois de um ano de noviciado em Medina, vai para Salamanca para cursar Filosofia (1564-1567) e Teologia (1567-1568). Foi ordenado depois de cursar Filosofia. Em 1567, quando foi cantar a Missa nova, encontrou-se com Santa Teresa de Jesus e começam os preparativos para a fundação dos descalços.

As pulsações do Sagrado Coração de Jesus

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O Coração de Jesus “pulsa de amor ao mesmo tempo humano e divino desde que a virgem Maria pronunciou aquela palavra magnânima "Fiat."

O Coração de Jesus pulsou de amor quando se perdeu de seus pais e, tomado por um zelo que O consumia, aninhou-se no templo e tratou de cuidar das coisas de Seu Pai [cf. Lc 2, 49].

O Coração de Jesus pulsou de amor quando trabalhou na carpintaria de Nazaré, rodeado por São José, Seu pai adotivo, e por Sua santíssima mãe, a qual O nutria e O via crescer “em estatura, graça e sabedoria, diante de Deus e dos homens” [Lc 2, 52].

O Coração de Jesus pulsou de amor quando sentiu compaixão das multidões que O cercavam [cf. Mc 8, 2], quando deu vista aos cegos, quando curou os enfermos e quando ressuscitou os mortos.

O Coração de Jesus pulsou de amor e admiração, quando viu a grande fé daquele soldado romano, cujas palavras são repetidas todos os dias na Santa Missa: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa, mas dizei uma só palavra e meu servo ficará curado [cf. Mt 8, 8].

O Coração de Jesus pulsou de amor e de santa ira, quando expulsou os cambistas e vendilhões do templo, ordenando que não fizessem da casa de Seu Pai uma casa de comércio [cf. Mt 21, 13].

O Coração de Jesus pulsou de amor e de alegria, quando instituiu o Santíssimo Sacramento da Eucaristia, deixando a Si mesmo como alimento para todos os que O haviam de seguir, até o fim dos tempos.

O Coração de Jesus pulsou de amor, de tristeza e de temor, quando rezou no Horto das Oliveiras, implorando misericórdia e suando gotas de sangue pela humanidade pecadora [cf. Mt 26, 38; Mc 14, 33].

O Coração de Jesus pulsou disparadamente quando Se entregou na Cruz, palpitando “mais pela força do amor do que pela violência dos algozes."

O Coração de Jesus pulsou de amor e misericórdia, quando acolheu no Céu o bom ladrão [cf. Lc 23, 43] e perdoou os Seus carrascos do crime que cometeram [cf. Lc 23, 34].

O Coração de Jesus pulsou de amor quando entregou Maria Santíssima aos cuidados de Seu discípulo amado, designando-a mãe de toda a Igreja [cf. Jo 19, 25-27].

Finalmente, no Céu, “o seu coração sacratíssimo nunca deixou nem deixará de palpitar com imperturbável e plácida pulsação”, já que a aliança que firmou com a Sua Igreja é irrevogável e o Seu amor para com ela é eterno, como Ele mesmo tinha prometido: “Esta é a aliança que farei com a casa de Israel a partir daquele dia – oráculo do Senhor, colocarei a minha lei no seu coração, vou gravá-la em seu coração; serei o Deus deles, e eles, o meu povo” [Jr 31, 33].

Por todas essas pulsações do Sagrado Coração de Jesus, que também nós vivamos a nossa vida como um completo e constante ato de amor a Ele. Peçamos-Lhe a graça de imitar o Seu manso e humilde coração [cf. Mt 11, 29] e que, assim como o Seu, também os nossos se convertam em uma “fornalha ardente de caridade”.

Sacratíssimo Coração de Jesus,
tende piedade de nós!

sábado, 3 de junho de 2017

5 curiosidades sobre a vida de Santo Padre Pio


Dia 23 de setembro comemoramos o dia de um dos Santos Capuchinhos mais conhecidos da Igreja Católica, São Padre Pio de Pietrelcina. Separamos alguns fatos sobre sua vida:
1 - DECIDIU SER 
SACERDOTE AO VER UM FREI PEDINDO ESMOLAS

Quando era muito pequeno conheceu um monge capuchinho do Convento de Morcone, Frei Camilo, que passou por sua casa pedindo esmolas, e desde então manifestou o desejo de ser sacerdote. Aos 16 anos decidiu tornar-se frade, sendo aceito como noviço
2 - PADRE PIO APRESENTOU OS ESTIGMAS
Durante a sua vida, sofreu cinco estigmas em todo o corpo, o que corresponde as cinco feridas que Jesus sofreu na cruz. Apesar de sangrar por meio século, nunca apresentou anemia. 
3 - LEITURA DE PENSAMENTO, CURAS MILAGROSAS E BILOCAÇÃO
Padre Pio foi canonizado por João Paulo II em 2002. Os devotos do Padre Pio dizem que seus dons foram de um discernimento extraordinário: leitura de pensamentos, curas milagrosas, a bilocação (estar em dois lugares ao mesmo tempo), as lágrimas que derramava ao rezar o Rosário, o perfume (“odor de santidade”) e também os estigmas (apresentados por 50 anos).

4 - PAPA FRANCISCO É DEVOTO DE PADRE PIO

Os corpos, supostamente incorruptos de São Padre Pio e São Leopoldo Mandic (também Capuchinho) foram expostos esse ano no Vaticano, por ocasião do Ano Santo da Misericórdia. O traslado dos corpos até Roma nasce da devoção do Papa Bergoglio por estes dois personagens. Estima-se que Padre Pio tenha confessado mais de 2 milhões de pessoas.
5 - JOVENS ESTÃO ENTRANDO NOS CONVENTOS APÓS CONHECER PADRE PIO
Inspirados na espiritualidade de Francisco de Assis muitos jovens tem procurado os Serviços de Animação Vocacional dos Capuchinhos, em todo o Brasil. Muitas vezes, oss jovens chegam até as Províncias após conhecer a história de São Padre Pio, através de um filme ou artigo.
http://capuchinhos.org.br/procasp/artigos/detalhes/vocacao/5-curiosidades-sobre-a-vida-de-santo-padre-pio

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